quinta-feira, dezembro 28, 2006

Compra de votos na assembléia e a traição



A cena não é nova, novo mesmo é o enfoque da mídia. É notícia que a busca de votos favoráveis ao pacotaço de Yeda envolve cargos não preenchidos inclusive de primeiro escalão. Carlos Sperotto da FARSUL, Paulo Tigre da FIERGS e outros passaram o dia na assembléia tentando reverter a tendência de aprovação.

Os empresários tentam buscar o tempo perdido, pois nada fizeram durante toda esta semana e a passada e agora no afogadilho fazem cena na defesa contra o aumento de impostos.

Os empresários pecaram pela omissão, o mais covarde dos pecados políticos. Deixaram de pressionar e de alertar a população que neste período ainda está entorpecida devido às festas de final de ano. Existe a possibilidade, é claro, de isto tudo ser apenas um teatrinho em troca de algumas privatizações, mas mesmo assim o traído é o de sempre, o povo.





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Um comentário:

Leandro Rodrigues disse...

A idéia do teatrinho me parece a mais provável. Afinal, por mais truculência que a Narizinho (princesa do reino das Pantalhas) possa apresentar no trato, e mesmo parecendo ser desvairada, creio que LOUCA ela não deve ser de ir contra os financiadores de sua campanha. Portanto,- infelizmente - acho que breve virão péssimas notícias pra população gaúcha.
Ah! E registre-se um dos maiores e mais rapidamente desmascarados (ou descarados) embustes eleitorais da História do RS. Ainda não assumiu e, menos de dois meses após ter garantido não aplicar tarifaço, anuncia um pacotaço fiscal de envergonhar até mesmo nossos praticamente ex-governador Risotto. É de arrancar os cabelos!