
No lançamento da bilhetagem eletrônica para os ônibus da região metropolitana ocorrido hoje em Porto Alegre, na presença de convidados, tia Yeda fez o seu discurso do absurdo, onde o carrapato tenta engolir o boi.
Cinco vezes a governadora das pantalhas se referiu ao ano de 1991 como o ano em que o mundo mudou. Ela anda lendo os mesmos gurus de Thatcher e Reagan com vinte anos de atraso, está obcecada com a queda do muro. Para ela foi a era da informação é que derrubou o muro e os regimes stalinistas, mostra total desconhecimento dos eventos e deve imaginar que Bronstein era um inquilino do Bonfim. Ao dizer isto pontualmente, com ar grave, afirma que não quer fazer debate ideológico.
O ano de 1991 teria mudado tudo e que agora tudo é possível, sem ranços do atraso ou patrulhas. Ela entende que com a queda do muro o mundo virou a festa dos capitais que dominam o sistema e que resistir é burrice.
Mas não esqueçam! Ela não quer fazer o debate ideológico, imagina se quizesse. Esta direita, ou nova direita, é assim: só eles falam e só eles definem o que pode ou não ser discutido, além de definirem o que é moderno, relegando o resto ao limbo.
Bem, o novo Papa já aboliu o limbo. Só falta agora ela começar a governar.
Technorati Tags: Yeda, 1991, muro de Berlim
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