sexta-feira, maio 22, 2009

Na falta de mordomo...

PSDB mantêm nome do homem da mochila sob sigilo | Política
Feijó diz que entregou a um motorista que trabalhava na campanha uma mochila com R$ 25 mil. Bordini diz que recebeu de um motorista a mochila com brindes, sem o dinheiro.
A linha editorial de ZH está caindo na gozação explícita. Com um governado que é uma usina de denúncias que deixa a oposição perplexa, as responsabilidades são difusas e confusas. Esquecendo-se completamente das manipulações de licitações, das ramificações com Canoas, Porto Alegre, Rodin e Solidária, ZH agora quer botar o Feijó no rolo nem que precise apelar.
Hoje a versão palaciana e corroborada pelo jornaleco da Azenha é de que o culpado é o mordomo, ou melhor o motorista. Feijó mandou o dinheiro, mas o anjinho Bordini (que por suas habilidades virou banqueiro) nunca o recebeu. A grana teria sumido no caminho, portanto foi o motorista/mordomo. Elementar meu caro Watson!
Mas a acusação é tão vil e covarde que sequer foi declinado quem seria motorista/mordomo que teria subtraído o numerário. A equação é a seguinte: tem treta sim, mas o governo foi vítima de uma tentativa do vice de passar uma grana que Eles não queriam e que um motorista que ninguém sabe quem poderia ter sido roubou o montante de R$ 25 mil e ninguém se deu conta da falta desta grana até a semana passada etambém ninguém prestou queixa na polícia. Entendeu? Claro que não, só a ZH acha nexo neste disparate.


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Um comentário:

Job disse...

RS Urgente esculhambado de novo. A quem interessa isso?