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sexta-feira, dezembro 18, 2009

Múmia paralítica

Tornozeleiras eletrônicas: sistema não é confiável, afirma secretário da Segurança | Geral
No ano passado, uma lei aprovada pela governadora Yeda Crusius autorizou o monitoramento eletrônico de presos do regime semiaberto no Estado. Mas, a ideia ainda está longe de ser colocada em prática. Em entrevista ao Gaúcha Repórter, o secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, afirmou que o sistema ainda está em fase de teste, e, por enquanto, não é confiável.

Um sugeito tem o direito de pensar o que quiser. Pode até pensar e dizer bobagens sem número, mas não sentado na cadeira de secretário de estado. Ora, confiável o secretário Goulart entende ser a governadora! Vemos portanto que o cara tem problemas sérios de discernimento.
Para o secretário de segurança que dá tanto orgulho a governadora, confiável é o atual sistema de regime semi-aberto onde os presos saem e praticam assaltos, furtos, roubos e voltam para a cela para dormir e se alimentar.




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quinta-feira, junho 18, 2009

O fim da inocência


Piada de brigadiano!

Esta me contou um capitão da Brigada Militar. Um cara carismático e contador de histórias, o tipo de cara que não se imagina brigadeano, ainda mais eu que cresci na ditadura e eu e todos tínhamos medo da polícia militar gaúcha por seus métodos de persuasão e papel lamentável restado aos governos autoritários. Muito apanhei no centro de Porto Alegre pela meia entrada nos cinemas...
Mas voltando ao capitão. Depois de 15 anos servindo nos Bombeiros, que é uma elite da Brigada por sua camaradagem entre colegas e o reduzido número de colegas, pediu transferência para o policiamento ostensivo buscando melhor remuneração om horas extras e gratificações mais generosas ali do que no local anterior.
Acostumado com o ambiente dos Bombeiros, ao se apresentar na sua nova unidade, o oficial encarregado passou rápidas instruções e passou a apresentar colegas, rotinas administrativas e as instalações. Ao chegar no vestiário o oficial passou para o capitão um armário para a troca de roupas e fez o alerta:
- Traz um cadeado.
Sem entender o motivo óbvio, o capitão perguntou:
- Cadeado? Para quê?
- Ora, para colocar no seu armário! Disse o oficial.
- Cadeado no armário! Existe roubo aqui?! Mas não tem só policial trabalhando no quartel?
O oficial nem respondeu. O capitão teve uma lição de realidade de tropa, nem o vestiário onde só os policiais trocam de roupa está livre da ladrões. Nem no quartel da Brigada!
Não vou nem evoluir, mas que a história é verdadeira eu garanto.




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terça-feira, julho 29, 2008

Chapabranquismo exacerbado


Lugar de pasquim

Hoje Zero Hora passou do razoável em seu chapabranquismo (adesismo ao governo Yeda, para ser bem claro). Até anteontem Mallmann, o segundo secretário de segurança, era só elogios nas páginas do pasquim da capital. Os úmeros de segurança pública eram apresentados como decrescentes, era uma Suiça.
Tudo mudou com a chegada do novo secretário-general. A manchete de capa estampa "Relatório revela falta de critério na distribuição de policiais civis e viaturas". Ora, ZH descobriu algo que desconhecia até há alguns dias. De uma hora para outra o secretário Mallmann passou de mocinho à bandido.
ZH revela números que tinha, mas só revelou agora com a entrada do novo secretário-general. Melhor que isto nem o palácio produziria em release, o jornalismo passou longe e o que conta agora é o adesismo.
São muitas as coisa das quais eu fiz e que morro de vergonha, mas tenho o orgulho de nunca ter assinado este ridículo pasquim. Não compro e leio só para me irritar, para ver quão baixo são capazes de ir.

domingo, julho 27, 2008

Agora vai III!!


Retrato falado do comandante, ídolo do novo secretário

O desespero da governadora Yeda Crusius para colocar sua gestão nos eixos não mede esforços. Trata-se de um grupo de secretários tentando cada um por si fazer algo num mar de inação e nenhuma cratividade administrativa ou política. O governo sustenta-se unicamente pelo beneplácito da grande (?) imprensa(?) gaudéria.
Não há área que se destaque, tudo é dominado pela mediocridade, os serviços inexistem e o contribuinte fica à mercê de sua própria sorte. Saúde e educação cambaleiam. Nada de infraestrutura é perceptível e se existe algo em andamento é totalmente financiado ou doado pelo governo federal.
Na política a coisa é ainda pior. A governadora se relaciona com sua base de forma tão truculenta como com a oposição, entende que a nomeação de aliados em cargos no governo compra o silêncio e o permanente beija-mão. A corrupção apurada em CPI irá levar vários peixes grandes do governo para a cadeia, é uma questão de tempo. A governadora mora numa mansão adquirida de foma asquerosa e se torna a cada dia uma vergonha para os gaúchos.
A última loucura da velha foi a nomeação de um general como secretário de segurança. Chega a ser risível. Já teve um fanfarrão e um bobo da corte, agora um militar. Os militares são pessoas que crêm ser o quartel e sua hierarquia a coisa mais próxima da perfeição e harmonia na face da terra. Justificam esta utopia simplista com a certeza que todos devemos obedecer ordens sem contestação e que temos cada um um papel a desempenhar, o que eles determinam (claro!).
Ora, todos sabemos (menos os militares) que a vida é bem mais complexa que a hierarquização e a disciplina. Ao sairem da caserna, indo para casa todos os dias e quando na reserva (nome engraçado que os militares se dão quando velhos demais para imporem respeito) acumulam uma carga enorme de frustração, pois nada é como no quartel e, aparentemente em sua miopia nada funcioana.
Transformam familiares, vizinhos e outros incautos em vítimas de suas angústias e buscam enquadrar o mundo em sua maneira da vê-lo. Nada mais equivocado e lunático que isto.
Um militar, ainda mais um general, é incompetente para o diálogo, o acordo, ceder ou transigir. Não foi treinado para isto, foi treinado para matar da melhor forma possível. Inimigo deve ser derrotado ou destruído. Isto nada tem de similitude com a política.
O secretário vai trocar os pés pelas mãos, o vovô vai ser a vergonha dos netinhos. A relação com a midia, com os movimentos sociais, com a assembléia e etc será um desastre. Mais um na conta de Yeda. Um general de mãos dadas com um nazista como chefe da tropa, imaginem n que vai dar!
Mal chegamos na metade e já lamento por cada babaca que votou nesta desgraçada.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Caos na segurança


O próximo pode ser você ou o seu carro!


A governadora não realizará nenhum investimento na segurança pública com recursos do estado, TODOS os investimentos serão realizados com verbas federais. Não é prioridade o os fatos comprovam isto.

Reportagem Especial - Porto Alegre bate recorde da década
Em menos de uma década, Porto Alegre tornou-se mais violenta do que São Paulo e Nova York. Proporcionalmente à população, mata-se mais na Capital do que em duas das principais metrópoles do mundo. No ano passado, 430 pessoas foram assassinadas em Porto Alegre (29,86 para cada grupo de 100 mil, de acordo a Secretaria da Segurança Pública). Foi o mais violento da década no município. O quadro pode ser mais grave ainda. Cálculos da Delegacia de Homicídios apontam para mais de 500 assassinatos, número questionado pela secretaria. Os homicídios se intensificam de forma homeopática desde 2000. Naquele ano, com 285 assassinatos (20,95 para 100 mil), a situação era considerada sob controle. No mesmo período, São Paulo despertava a atenção com 51,33 mortes por 100 mil. Desde lá, as duas capitais protagonizam situações antagônicas. Investimentos do Estado e da prefeitura da capital paulista em segurança, articulados com ações de ONGs, reduziram em mais da metade os índices de assassinatos. O último dado disponível, de 2006, revela que 18,39 pessoas foram assassinadas para cada grupo de 100 mil - fenômeno semelhante ocorre no Estado paulista.

Na edição de domingo os gaúchos ficam sabendo do caos da segurança pública do estado , na contra-mão do resto do país que vê os índices diminuindo. Soma-se a esta informação a abaixo:

Porto Alegre - Wikipédia
Porto Alegre é a cidade em que mais se rouba carros (proporcionalmente ao número da frota) do Brasil. Para cada 100 mil carros, são roubados 113,83 mensalmente na cidade. Ao mesmo tempo em que o número de roubos de carros na cidade aumenta, o de furtos diminui. De 2003 até 2007, a média de furtos mensais diminui de 659 para 388.
Como resposta ao alto nível de homicídios e de furto de veículos a proposta do governo do PSDB de Yeda Crusius é a de redução de Delegacias de Polícia e de Unidades da Brigada Militar. A medida está causando insegurança na população e nos servidores da segurança pública do Estado. A informação vem sendo especulada desde novembro do ano passado e está guardada a “sete chaves” no palácio Piratini. A Secretaria da Fazenda estuda a melhor maneira de realizá-la, de modo a comprometer o mínimo possível os cofres públicos.
A imprensa gaúcha especula e noticia o fechamento de 39 unidades da Brigada Militar!
É como se o paciente estivesse hospitalizado com uma insuficiência respiratória e para curá-lo o médico receitasse a asfixia.


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quarta-feira, outubro 10, 2007

Prioridade à segurança


Segurança pública não é brincadeira nem esporte radical


Tia Yeda e seu guarda costas Aod passam horas no palácio Piratini cortando despesas, devem se divertir à beça. Enquanto isto no nosso mudo real estamos entregues a escória da sociedade. Ontem me chegou aos ouvidos uma estatística estarrecedora, a Brigada Militar está com 60% da sua frota de veículos parada por falta de manutenção.
A bandidagem agradece ao Novo Jeito de Governar, some-se a isto atraso de 3 anos nas promoções e as perseguições com transferências na Brigada, e as 12 fugas diárias em média do regime semi-aberto do sistema carcerário gaúcho. Este é o quadro do caos na segurança pública no estado governado pelas pantalhas de Tia Yeda e sua base aliada.
O secretário Mallmann veio da Polícia Federal e já começa a mostrar fraqueza e falta de pulso dentro tanto da Polícia Civil como na Brigada Militar. Ao contrário do que se diz ou se insinua, ele NÃO foi indicação de Tarso para a pasta. Tarso nem o conhece e o único acordo era recebê-lo de volta no seu posto caso não se acertasse com a governadora. Esta conta é só dela.


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