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sexta-feira, agosto 21, 2009

Quem é o covarde?

Os bandidos no governo e a Brigada matando agricultor

Na desocupação da fazenda Southal a Brigada Militar demostrou sua brutalidade novamente. Há cerca de uma semana militantes do MST em manifestação por reforma agréria ocuparam o prédio da prefeitura de São Gabriel e foram barbaramente agredidos. Tratados como animais.
No episódio de São Gabriel, o prefeito Rossano Gonçalves (PDT), se coloca como inimigo dos movimentos sociais já de longa data. Antes de assumir a prefeitura foi eleito deputado e fez parte da base governista de Yeda onde tinha vários CCs nomeados no governo. Rossano adorou a ação da Brigada naquela oportunidade que retribuiu agora com mais rigor.
Um agricultor sem-terra foi assassinado. Um oficial da Brigada disparou uma espingarda calibre 12 pelas costas do manifestante (quem tiver estômago, aqui está a foto). O covarde autor do assassinato não se apresentou à justiça e tenta se esconder com a ajuda do comando da instituição que chegou a divulgar que a vítima teria tido "um mal súbito"...
Como pode um oficial assassinar um manifestante pelas costa e alegar mal súbito? Isto é inaceitável! Porque o oficial portava uma arma de fogo, se este não é o procedimento padrão nestes casos? Quem autorizou o uso de armas na desocupação?
Yeda termina seu governo com sangue nas mãos, já não bastava o mar de lama e corrupção desenfreada, agora deve responder por uma morte covarde. Queremos o nome do covarde imediatamente!

segunda-feira, junho 09, 2008

Pediu demissão ou foi saído!!!


Saiu ou foi saído?

Que vergonha, a governadora mentiu mais um vez para os gaúchos! O pior é que foi desmascarada pela própria RBS! Veja abaixo o que diz o Grizotti:

Direto da fonte - Instituto denunciado promove curso sobre ética (Giovani Grizotti)
Comandante-geral foi afastado pela Justiça

No clicRBS, agora:

Em entrevista coletiva na tarde deste sábado, após dias de silêncio diante da crise no governo, a governadora Yeda Crusius anunciou que aceitou os pedidos de demissão do chefe da Casa Civil, Cézar Busatto, do secretário-geral de Governo, Delson Martini, o chefe do escritório do Rio Grande do Sul em Brasília, Marcelo Cavalcante, e do comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Nilson Bueno.

Ops: ao contrário do que deu a entender aos jornalistas, o comandante-geral da BM, Nilson Bueno, não pediu para sair não! Ele foi afastado pela juíza militar Maria Emilia Moura da Silva, que argumentou:

A postura do juízo busca resguardar a ética e a moralidade, indissociáveis de toda atividade pública, vendo-se que a conduta demonstrada pelo Cel. Nilson Nobre Bueno, enquanto Comandante-Geral da Corporação, violenta a moral de sua Instituição, na forma de sobreposição de interesses privados ao público(...). Mantê-lo na condição de comandante-geral, com certeza, causará sentimento de pressão ou sensação de constrangimento a qualquer subalterno que convocado judicialmente, ainda mais pela ampla repercussão que o episódio obterá na caserna.

O interrogatório de Bueno está marcado para o dia 12 de junho, às 8h30min. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por estelionato, falsidade ideológica e prevaricação (deixar de cumprir o dever). Entre as irregularidades, está o recebimento indevido de diárias. O coronel nega.

quarta-feira, outubro 10, 2007

Prioridade à segurança


Segurança pública não é brincadeira nem esporte radical


Tia Yeda e seu guarda costas Aod passam horas no palácio Piratini cortando despesas, devem se divertir à beça. Enquanto isto no nosso mudo real estamos entregues a escória da sociedade. Ontem me chegou aos ouvidos uma estatística estarrecedora, a Brigada Militar está com 60% da sua frota de veículos parada por falta de manutenção.
A bandidagem agradece ao Novo Jeito de Governar, some-se a isto atraso de 3 anos nas promoções e as perseguições com transferências na Brigada, e as 12 fugas diárias em média do regime semi-aberto do sistema carcerário gaúcho. Este é o quadro do caos na segurança pública no estado governado pelas pantalhas de Tia Yeda e sua base aliada.
O secretário Mallmann veio da Polícia Federal e já começa a mostrar fraqueza e falta de pulso dentro tanto da Polícia Civil como na Brigada Militar. Ao contrário do que se diz ou se insinua, ele NÃO foi indicação de Tarso para a pasta. Tarso nem o conhece e o único acordo era recebê-lo de volta no seu posto caso não se acertasse com a governadora. Esta conta é só dela.


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