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sexta-feira, setembro 17, 2010

Gol de placa, silêncio nos camarotes e vibração na arquibancada!


A PIG está atenta e preocupada. A cada dia mais.

Folha.com - Poder - Tarso Genro alcança 44% e pode levar eleição no RS já no primeiro turno - 17/09/2010
Se considerados apenas os votos válidos, Genro teria 54%, Fogaça, 30%, e Yeda, 14% (no cálculo dos votos válidos, a taxa de indecisos, brancos e nulos é distribuída proporcionalmente entre os candidatos, de acordo com os índices de cada um).

O engraçado é que Políbio Braga anunciava o cronograma de pesquisas desta semana apontando os dias em que cada instituto iria publicar seus resultados. Ele, como toda a direita reacionária do estado, contavam com uma queda de Dilma e de Tarso devido as denuncias que veicularam ad nauseum ao longo das duas últimas semanas.
Não deu certo na Sensus e não deu certo na Datafolha. Medo. Políbio prefere silenciar. O leão virou um gatinho. Canalhas, nada além disto.




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quinta-feira, agosto 28, 2008

Cachorrada!


Nobre secretário!

Eu, quando estou tranqüilo, às vezes visito o site do Políbio. Faço isto só pra provocar a úlcera que não tenho. É tiro e queda, sempre tem uma barbaridade que me faz dar discurso ao nada por alguns minutos. Estes discursos são floreados pelos mais diversos adjetivos, como se poderia imaginar.
Olhem a pérola do rapaz hoje:

Jornalista Polibio Braga
Estes secretários terão que aprender a gastar.
A secretaria gaúcha do Planejamento está diante de um problema inesperado na confecção da proposta orçamentária do ano que vem. É que os secretários acostumaram-se a gastar pouco e agora não sabem o que fazer para gastar mais.

É muita bajulação! Bah, que problemão do Planejamento! A questão não é esta, para não fazer nada, até o secretariado da Yeda serve! Na administração pública, para gastar tem de ter competência. Qualquer guaipeca não consegue fazer do orçamento, realizações. Tenho dito!

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sábado, dezembro 29, 2007

Um a um se rende a Lula


Quem diria!

Dá pra acreditar que Políbio Braga escreveu isto na sua coluna de hoje? Minha teoria é que ele foi abduzido por alienígenas e colocaram outro no lugar dele. Incrível.

Políbio Braga: Lula, como os brasileiros, teve um ano muito bom em 2007 e merece aplausos
O editor desta página, como todos vocês, viu e ouviu durante dez minutos, a partir das 20h desta quinta-feira, o presidente Luís Inácio Lula da Silva ocupar as telas das principais redes de TV para passar uma otimista mensagem de fim de ano para os brasileiros, ao término da qual avisou como anda seu estado de espírito:
- Sou o mais satisfeito e o mais insatisfeito dos brasileiros, porque fizemos muito, mas ainda falta fazer mais porque a dívida social é grande. Lula repetiu o que está na boca de cada brasileiro neste final de ano. A economia vai bem, o povo não vai tão bem, mas melhorou muito e sabe que pode ir melhor em 2008. Embora a economia brasileira tenha avançado em 2007 menos do que avançou a eocnomia mundial e a economia latinoamericana (leia nota liberada pela Cepal, nesta página), ainda assim o que aconteceu merece reconhecimento, apoio e aplausos. É isto. Terno azul escuro, camisa branca, gravata vermelha com bolinhas claras, mantendo um sorriso contido nos lábios, Lula abriu o discurso com repetidos agradecimentos aos "amigos, conhecidos, adversários, a todos", para em seguida avisar:
- Crescemos mais de 5% em 2007. Lula, otimista, foi logo informando que o círculo virtuoso de crescimento mal começou, porque 2008 será ainda melhor. A partir daí, o presidente foi desfiando um rosário de conquistas do seu governo: 1,9 milhões de novos empregos com carteira assinada, apenas este ano; desemprego de apenas 8,2% em 2007. Não é pouco e é verdadeiro o que Lula disse. Ao demonstrar na prática o que significa o crescimento econômico e a inclusão social promovida pelo seu governo, Lula passou a seguinte informação relevante:
- 20 milhões de brasileiros pobres, das classes C e D, viraram classe média e foram para a classe B, o que significa que entraram para a sociedade de consumo de massa. O presidente também aproveitou para falar no PAC, passou informações equivocadas sobre o desmatamento, que cresceu e não diminuiu, conforme disse. Ele também emprestou ênfase às áreas de segurança, saúde e educação, sem se referir a qualquer conquista nessas áreas, porque na verdade elas não se deram. Lula preferiu apostar no que vai fazer e desfiou números otimistas que dificilmente acontecerão. Sobre a CPMF, o presidente foi magnânimo com a oposição. Dizendo-se um democrata, garantiu que absorveu o golpe da rejeição do imposto, mas avisou que vai procurar ajuda para reencontrar o caminho do dinheiro perdido. Lula estava visivelmente feliz. Aliás, os brasileiros que ouviram o presidente também se dizem felizes com o que lhes aconteceu este ano e esperam repetir a dose no ano que vem.


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quarta-feira, agosto 08, 2007

CDL otimista


Lojistas rindo à toa


Políbio Braga
Entrevista: Wilson Noer, presidente da CDL de Porto Alegre.
A Rohde & Carvalho pesquisou consumidores de Porto Alegre para revelar os hábitos de consumo para o Dia dos País.
Os filhos vão comprar mais?
- 7% mais, mas o número é conservador, porque a pesquisa demonstra que os consumidores querem comprar para valer. Os lojistas é que estão um pouco sestrosos.
Mais filhos vão comprar este ano?
- 88%, bem mais do que os 73% do ano passado.
E o que vão ganhar os pais? Roupas, com 47%, seguida de calçados, perfumes, CDs e DVDs, além de vinhos. No ano passado, vinhos nem estavam na lista.
Como anda o prestígio dos pais com seus filhos?
- Os pais estão mais populares. 83% avisaram que investirão mais tempo e dinheiro para comprar o melhor presente, contra 71% do ano passado.
Esta entrevista saiu na coluna do Polvilho Azedo Braga. Com dá para perceber os lojistas estão entusiasmados com a perspectiva de vendas para o Dia dos Pais, os números são alviçareiros mesmo. O problema é que o Azedão não diz e não explica a razão disto.
Para ele o governo Lula é muito ruim e que deve terminar ontem, mas reproduz matérias como esta que traduzem a correta condução do país em sua economia. É isto que dá fazer jornalismo profissional com ódio e paixão: acaba por cair no ridículo.



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