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terça-feira, março 10, 2009

Toma lá e dá cá


Zero Hora na sua versão escrita hoje (10 de março) na página 8 apresenta a lista dos deputados da base aliada que estariam vacilantes quanto ao veto da governadora para o abono de faltas da greve do magistério. A matéria mostra que a governadora entrou em campo jogando pesado para sustentar seu veto.
Yeda não aprende mesmo. A cada novo período político coloca seu governo em jogo por alguns punhados. Afinal, porque isto é tão importante para ela? Trata-se de luta ideológica. O tucanato paulista há 15 anos persegue a categoria dos professores e não abona faltas de movimentos grevistas e ainda por cima tenta sistematicamente criminalizar o movimento. O ex-presidente da APOESP foi multado em R$ 4 milhões por tumultuar o trânsito do centro de São Paulo com uma greve há um ano.
Yeda perdeu novamente. A matéria de Zero Hora precipitou a coisa. A Assembléia em plena terça não deu quórum para a votação. É o desembarque de ZH? É o desembarque da base aliada? Esta semana muita coisa pode aparecer.
Dizem que há um dossiê comprado pela Veja por R$ 100 mil e que estaria na revista este final de semana com diálogos de uma governadora aos gritos no telefone: "assunto de dinheiro tem de falar com o XXXXXXX, isto não é comigo!"
Oremos!



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terça-feira, janeiro 15, 2008

Cara de pau e mentirosa


De tanto mentir e enganar, acabara editora de jornal.

Tia Yeda já está com a pecha de mentirosa, faz negociações e depois volta atrás na maior cara-de-pau. Em dezembro finalmente, foi realizada uma pesada negociação na assembléia entre o executivo, defensoria pública, Ministério Público e judiciário. A negociação visava atender o preceito constitucional que determina que estas carreiras devem ser remuneradas com subsídio e não vencimentos, alias extensivo também a todos os policiais (ainda sem iniciativa para isto na assembléia).
A razão de constar na constituição o subsídio foi de que estas carreiras que são as fundamentais para o pleno funcionamento da república e da democracia e que devem ter sua remuneração de forma transparente para a sociedade, de forma clara todos saberiam a remuneração de cada um sem a incidência dos chamados "pinduricalhos". Outro motivo para instituir o subsídio é outro preceito constitucional que estabelece o teto para as carreiras públicas. Só pode haver teto com subsídios, caso contrário permanecerá existindo super salários nos três poderes. Há casos de seguranças na assembléia recebendo bem mais que deputados (+ ou - R$ 13.000) e muitosoutros mais escabrosos no judiciário.
Com o veto da mentirosa, fica a governadora sem o seu próprio subsídio e o executivo pode continuar a pagar altos salários de forma indiscriminada também. A governadora apela à demagogia barata e ao fim e ao cabo acaba por onerar ainda mais os cofres públicos. É oi fim da picada, como diria minha mãe.
Claro que tudo isto jamais será noticiado na nossa imprensa. A ZH de hoje sequer explica o são os subsídios e muito menos a razão para tê-los, limita-se a transcrever o release do palácio, totalmente alienante da principal discussão.
Na minha opinião, a governadora simplesmente não quer votar a Emenda Constitucional proposta pelo PT (deputado Daniel Bordignon) que estabelece os tetos no estado. O mesmo acontece com outra a proposta do partido (deputado Ronaldo Zülke) que corrige o Simples Gaúcho que sequer entra em pauta.
Subsídio é necessário tanto como cumprir a própria palavra, tome tenência governadora!



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