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sexta-feira, setembro 26, 2008

Perseguição eterna

Brigar com cachorro grande no Brasil pode ser uma dor de cabeça eterna. Fazer justiça não pode combinar com judiciário, são coisas de natureza distintas e contraditórias.
O Brasil só não avança ainda mais na direção de uma grande nação democratica devido ao judiciário corporativo, reacionário, elitista e não funcional. O cipoal dos sistema judiciário e policial é feito para punir o negro e pobre, o rico é beneficiado por agravos, habeas, recursos, e outros instrumentos legais largamente utilizados para fugir da justiça. Os processo duram para sempre, o pobre não tem vez, nem voz. O judiciário é o caos.
Abaixo um exemplo disto. Mostra a serviço de quem está o judiciário e como funciona nossa corte suprema. Quanto tempo mais para que se reforme o judiciário!?

Os Amigos do Presidente Lula
A pedido de Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, o juiz Fausto De Sanctis foi intimado anteontem pela Corregedoria, que apura erros e abusos de magistrados, a se explicar sobre o motivo que o levou a decretar a prisão do banqueiro Daniel Dantas, que é investigado por supostos crimes financeiros.

A intimação abre um novo capítulo da situação de mal-estar entre De Sanctis, que atua na primeira instância, e Mendes, que representa o grau máximo do Judiciário. Foi o juiz federal que decretou a primeira prisão do banqueiro, em 8 de julho. No dia seguinte, Mendes mandou soltar Dantas. Em menos de 24 horas, De Sanctis ordenou uma segunda prisão, desta vez por suposta tentativa de suborno de um policial com US$ 1 milhão.

Gilmar Mendes, que viu a medida como uma afronta, pediu ao Conselho Nacional de Justiça, presidido por ele, e à Corregedoria que inquirissem o juiz. Após reação indignada da classe, Mendes disse que o envio era só para estatística.

De Sanctis terá cinco dias para responder. Ontem, ele foi ouvido pela PF, que apura "grampo" contra Gilmar Mendes. O juiz rebateu a afirmação da desembargadora Suzana Camargo, que o acusou de ter mandado grampear o presidente do STF. À polícia, ele negou e disse que foi a juíza que o procurou, em nome de Gilmar Mendes, pedindo informações sobre um caso sigiloso

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